Vertical Project

Olá migos!

Na primeira semana de Kingston, lá em outubro do ano passado, todos os níveis do curso de Arquitetura e do de Paisagem foram desafiados a desenvolver um trabalho. Chamado de “Projeto Vertical”, ele teve o objetivo de formar grupos com acadêmicos de diferentes anos do curso de bacharelado e de mestrado para que desenvolvessem um filme lumière com base em um tema sorteado previamente. A Kingston University vem desenvolvendo este projeto na primeira semana do ano letivo há algum tempo, e o tema geral do ano 2015/2015 foi “A Simple Act” (Um simples ato).

O coordenador do curso apresentou o projeto, mostrou alguns exemplos de filme lumière, (que consistem em filmes curtos com menos de um minuto, que se tornam uma foto em movimento do plano gravado) e em seguida deveríamos descobrir a qual grupo pertencíamos. De um total de 50 grupos e temas não foi possível encontrar meu nome em nenhuma lista (na verdade, nenhum CsFer encontrou), então julguei pelo tema qual dos grupos eu gostaria de participar e o escolhido foi “An Accidental Public Space” (Um espaço público acidental).

Além do filme deveríamos produzir uma descrição e três fotos do processo (antes, durante, depois). Abaixo vocês podem conferir a descrição e o trabalho final realizado pelo grupo do qual fiz parte:

Simple Act

Descrição

Nossa intervenção aconteceu na praia do Rio Thames em South Bank e representa um espaço efêmero, que aparece e desaparece a sua sorte.

Utilizando materiais encontrados no local, por acidente para criar um espaço temporário reorganizando objetos da própria praia.

Capturamos interações gerais do público com a estrutura, que sentaram no banco enquanto a maré subia, desaparecendo debaixo d’água.

Nossa ideia acabou mal-sucedida devido à força da água fazer com que a estrutura desmoronasse.

O ato nos fez apreciar a beleza de um espaço temporário enquanto ia sendo acidentalmente levado pela maré assim como um castelo de areia.

Este foi meu primeiro contato com estudantes estrangeiros, no grupo havia uma Indiana, três britânicos e um espanhol. Com certeza foi uma experiência enriquecedora e me ajudou a dar o pontapé inicial nesta universidade. Foi uma semana intensa de trabalho que nos rendeu um resultado satisfatório e repertório sobre intervenções públicas.

Até mais!

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Kingston University London

Continuando a série “posts que eu devia ter feito há muito tempo mas não tinha vontade”, vou falar um pouco da Universidade que estou frequentando aqui no Reino Unido. Apliquei para Architecture (K100) na Kingston University London. Ela se divide em cinco campi que ficam todos em Kingston, e o campus Knights Park é o que reúne todos os cursos da área criativa da Faculty of Art, Design and Architecture, o que o torna o mais legal, louco e dinâmico, sem querer puxar saco… mas é, confere aqui. O curso em si é muito bem estruturado, mas totalmente diferente do que estamos acostumados no Brasil.

7348f03-kingston-university-56c4208-students-in-the-social-space-neVou listar aqui as principais diferenças que senti depois de 4 meses estudando por aqui…

1. A relação ensinar-aprender é distorcida

Resumindo: se o aluno não tiver vontade de aprender não aprende porra nenhuma. E não to falando sobre, como no Brasil, de alunos que estudam além da carga normal de estudo. Estou falando que não aprende mesmo. As aulas que temos no curso são mais introdutórias aos assuntos e te dão o suporte mínimo para realizar os trabalhos no curso. Claro que essa falta de aulas pode ser suprida com os tutoriais que os professores dão, mas a maior parte do processo ensino-aprendizagem você passa sozinho, aprendendo enquanto faz. Aliás, essa é meio que a filosofia da escola, “Thinking through Making”. Tenho minhas ressalvas quanto a esse método… mas parece que é algo recorrente na zorópia.

2. O processo de conseguir a diplomação

Bem, o Undergraduate Course serve como uma introdução à arquitetura. O Masters, que seria o nosso Mestrado, é quando você realmente projeta e vai poder sair da universidade com o diploma que te credencia a atuar no ramo da arquitetura. O Undergraduate, basicamente, é como se fosse nossos dois primeiros anos no Brasil, só que em três. Infelizmente as universidades daqui colocam os Ciência sem Fronteiras no módulo Undergraduate, e eu fiquei no segundo ano segundo o julgamento deles sobre meu portfolio. O problema disso é que me sinto no terceiro semestre de arquitetura novamente. Esse mal entendido na nomenclatura das fases e da própria estrutura do curso nos coloca numa situação complicada…

3. Diagramação e representação em arquitetura

O seu projeto pode estar uma merda, mas se você apresentou ele direitinho e conseguiu convencer, seu resultado final será 50% melhor do que poderia ter sido. Realmente eles tem uma preocupação exacerbada em representação, apresentação, diagramação, esquemas, cores, arte. Não que isso seja algo ruim, mas é diferente. Se adaptar a isso é de fato algo um pouco difícil, vindo da escola que eu venho.

4. Diary

Durante os semestres você produz um documento chamado Diary, no qual todas as coisas que você fez, sejam relacionadas com o curso ou não, poderão ser contadas lá. É mais um diário visual e um registro das suas pesquisas, reflexões, processos e resultados finais. Ele deve ser constantemente atualizado, pois a todo tempo as coisas mudam e você avança nas reflexões e processos durante a etapa de projeto. Ele passa por avaliação e é basicamente o resumo do seu ano, servindo como base para a avaliação de outros trabalhos que você tenha entregue. É um registro que fala por si só, se por acaso algo faltar no seu portfolio final, assegure-se que seu diary tenha todas as informações: isso salva.

4. Escola

Basicamente tudo o que fugir de regionalismo crítico, brutalismo, alguns aspectos do moderno, materialidade e “tectonics” será arquitetura imprestável. Fuja de Zaha, com todas as suas forças, pra estar nessa escola, ou simplesmente mude de universidade. Os professores exemplificam o que é boa arquitetura e te mostram o “not do do”. No Brasil, na minha universidade, também ocorre isso de uma certa forma, porém você não é obrigado a pensar exatamente como a escola, e tem sim a liberdade de testar e experimentar. Aqui na Kingston isso lhe é negado bem explicitamente.

5. Workshop

Uma das coisas que eu mais adoro e mais odeio: maquetaria. Eles têm um workshop 3d super bem equipado, com máquinas para trabalhar com madeira, metal, plásticos, gesso, modelagem e impressão 3d, e cortes a laser. Apesar de os técnicos serem as pessoas mais mau-humoradas que eu já cheguei a conhecer, a variedade de equipamentos é ótima, embora seja uma pena que eu não saiba mexer em nem metade deles e sempre tenha que recorrer aos carrancudos do workshop.

6. Bar

Sim, eles têm um bar dentro da universidade!!! ❤ Preciso dizer algo mais?


Knights Park também tem um pequeno rio que corre bem pertinho, deixando tudo muito fofo hahaha. Sempre tem patos e outros bichinhos por lá.

A entrada principal do campus é uma espécie de galeria onde os alunos expõem seus trabalhos, então sempre tem algo novo por lá acontecendo. É lá também que fica a lojinha do campus, onde eles vendem quase de tudo que se precisa pra desenhar e criar. É uma salvadora nas horas de desespero. Logo ali pertinho fica a entrada da biblioteca ❤

Pra concluir, a experiência com a Universidade tem sido um pouco decepcionante. Não que ela em si seja ruim, muito pelo contrário, mas sinto que não estou aproveitando tudo o que poderia se eu de fato pudesse estar em um período que fosse adequado para o nível que eu estava no Brasil. Me sinto repetindo os primeiros semestres de arquitetura, e isso me desanima bastante quanto ao curso.

Dica aos CsF: se você quer escolher Kingston pela qualidade do ensino, assim como eu escolhi, esteja preparado para isso. Ainda assim, se só estiver vindo pra cá por conta de ser Londres, aconselho a aplicar para a London South Bank University que assim ao menos você fica em Central London e se f*de do mesmo jeito…

Até mais galero!

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Kingston upon Thames

Olá, sim voltei.

Há algum tempo não tenho saco pra vir e escrever aqui tudo o que está acontecendo durante meu intercâmbio, porém hoje estou tendo. Tenho muita coisa pra falar, muita coisa pra postar e simplesmente não sei como, mas vou tentar resumir um pouco de tudo e colocar aqui, pois antes de tudo este é o lugar onde quero deixar tudo guardadinho pra poder voltar e reviver sempre esta experiência.

Mimimice à parte, quero começar recomeçando meus posts falando de onde estou vivendo. É um pouco complicado, porque até hoje ainda tenho dúvidas sobre o que é o que. Mas resumindo: a Universidade fica em Kingston upon Thames, que é uma Royal Borough e uma Town, portanto é uma cidadezinha. Por sua vez, está no condado de Surrey, que fica na Grande Londres, porém outros dizem que é no de Londres mesmo. Olha… Acho que é isso. Moro no subúrbio, tendo central London a 20min de trem daqui. Barbada, né? Bom, mas na verdade a town em que eu vivo é Surbiton, pois é onde fica a acomodação da uni. ENFIM, frequento surbiton e kingston, as cidades aqui são pequenas (mesmo, são tipo bairros), e fica tudo pertinho.

Kingston, como mencionei antes, fica no Royal Borough de Kingston mesmo (redundante), e é a cidade mais importante do mesmo. No passado era uma cidade mercantil e era também onde os reis eram coroados, lá pelo séc. 10.

A cidade é bem agitadinha durante os dias de semana pois tem um centro comercial bem completinho, e  além disso é banhada pelo Rio Tâmisa, ou Thames. Os finais de tarde no Riverside são lindos, e as pessoas o utilizam bastante para caminhadas ou só pra relaxar às marges do Thames mesmo.

Acomodação

A acomodação da universidade onde moro, que se chama Clayhill, fica a uns 30min de caminhada do Riverside, e o campus onde estudo (Knights Park) mais ou menos na metade deste caminho. Clayhill fica numa zona residencial super calminha, perto do centro de Surbiton e da estação que leva para Central London. Inclusive, a linha férrea passa logo atrás das acomodações. Consiste em uma recepção com lavanderia e hall comum (com mesa de sinuca e tênis de mesa, e uma televisão que só vi funcionando uma vez) e os demais edifícios são todos os flats. Cada prédio possui três andares, e cada um deles é um flat (4 quartos individuais com banheiro particular e uma cozinha compartilhada), sendo que eu estou no quarto de nº 2, o que é um azar porque o quarto de nº 1 é bem mais espaçoso.

Ainda conta com um campo para atividades ao ar livre, com umas mesinhas, mas nada além disso. Atualmente, como pode se ver na foto, estão reformando os telhados, então está meio com cara de construção, e isso nos incomoda um pouco pois há flats com infiltração e também porque as pessoas que trabalham na obra são barulhentas cedo pela manhã.

Ah, quem mora aqui também é o Tyrone, um gatinho preto e branco que é cuidado pelos caras da recepção. Ele vive por aí se esticando pela common room, e de vez em quando invadindo os flats em busca de comida. Ah, e ainda tem outro gato pretinho vizinho que está sempre por aí. Não preciso nem dizer que eu AMO isso né…

Clayhill também conta com um ônibus da uni gratuito que nos leva para o campus e a estação o dia todo, de 20min em 20min, o que facilita muito a vida. Enfim, resumidamente é isso. Me restam ainda 5 meses e algo vivendo aqui. Se vou sentir falta? Talvez, não tem muito sentido de casa… Parece tudo provisório, e é.

Prometo que tentarei postar mais seguido sobre viagens e atividades da uni. Continuem acompanhando!

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Começando do começo

Sobrevivi! Olá todo mundo, desapareci do blog nessas semanas em função da mudança e adaptação no Reino Unido e ausência de computador, mas já estou de volta pra contar o que aconteceu comigo durante esses dias. Tenho bastante coisa pra falar, mas vamos começar do começo?

downloadResumidamente a viagem foi uma maratona! Havia comprado a passagem XAP-GRU com mais antecedência do que a GRU-LHR. Preferi escolher um horário bem cedo pela manhã, porque assim teria mais flexibilidade na hora da compra do voo internacional, o que me fez ficar vagando pelo aeroporto de Guarulhos o dia inteiro até o embarque para Londres.

A passagem mais barata que encontrei pra vir pra cá, na época, foi pela TAP Portugal. Eu nunca havia feito um voo internacional antes, então não tenho muito parâmetro de comparação pra dizer que o serviço foi bom, mas para mim tudo estava suficientemente bem. O voo atrasou na saída, então fiquei no Brasil um pouco além do planejado, mas conseguimos decolar próximo das 18h com um atraso de 40min. De quebra, nesse tempo que fiquei em solo, encontrei duas CsFers que viriam para Kingston junto comigo. O atraso, no fim das contas, foi proveitoso…

Durante a viagem eu: DORMI. De São Paulo à Londres eu simplesmente só acordei quando sentia cheiro de comida hahahaha, cômico. De quebra, viajei sentada no meio de um PADRE e de BEATAS. Foi tudo muito engraçado, já que aquelas eram as beatas mais puxa-saco de padre que já vi na vida. Ô padre bem tratado…: chocolatinho, barrinha de cereal, balinha… Ainda bem que dormi o resto do tempo. Acordei quando estávamos chegando em Lisboa, pela manhã, para a conexão para Londres, e fiquei por lá por aproximadamente uma hora e meia até embarcar novamente num voo atrasado.

Se eu achava que viajar ao lado daquela gente tinha sido meio estranho, o voo Lisboa-Londres me proporcionou a primeira dor de cabeça em solo ou espaço aéreo Europeu. Uma mãe e seu filho DIEGO (não vou esquecer o nome desta criatura jamais) sentaram ao meu lado, no avião mais apertado que já entrei (imagina quando eu pegar Easyjet…). O GURI SIMPLESMENTE NÃO PAROU DE CHORAR E ESPERNEAR A VIAGEM INTEIRA, me rendendo uma dor de cabeça daquelas,  Crianças amadas né…

Finalmente, próximo das 14h de terça-feira cá estava eu, pisando finalmente em solo britânico. Os guias da Uni nos esperavam em Heathrow para poder nos enviar para nossas casas, e que bom se isso tivesse sido rápido… Rodamos todos os terminais do aeroporto e só chegamos em Clayhill quando o dia estava indo embora.

Apesar de ser uma viagem longa e cansativa não senti cansaço físico nem psicológico durante nem depois dela. Bateu um desesperozinho por me dar conta da distância de casa e daqueles que eu amo e preciso, mas me tranquilizo por saber que essa fase é passageira e que tenho pela minha frente experiências maravilhosas para vivenciar. Então, let’s do it!

Volto logo para falar um pouco sobre a acomodação, o curso e a cidade em si. Até!

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Escolher e ser escolhida

Bom, o assunto de agora é o momento da escolha do curso. Pra começar, você terá que escolher três opções de curso/universidade, sempre levando em consideração se as notas do seu teste de proficiência atingem os níveis que cada universidade exige. Eu comecei minha busca baseada primordialmente pela escolha da cidade. SIM, Londres é um sonho desde muito tempo e não poderia deixar de querer viver essa cidade todos os dias. Olha só pra isso!
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Observando quais as universidades estavam participando do edital e quais estavam oferecendo o curso de Arquitetura OU Urbanismo (porque lá estes são cursos diferentes) tive que fazer minha escolha. Primeiramente, nenhuma das universidades que estavam oferecendo o curso “Architecture (K100)” em Londres eram as mais conceituadas no país. OK, tive de lidar com isso, me acostumar com a ideia de que meu possível destino não seria uma baita universidade, com renome internacional e etc. Outro ponto que tive que engolir foi a não-oferta de cursos como Urban Planning ou alguma coisa relacionada a isso, e no momento era o que mais eu estava empolgada aqui no Brasil a fazer. Bom, mas draminhas a parte, de qualquer maneira esta seria uma experiência magnífica, não é? Então, toquei o foda-se.

Fiquei presa no dilema de, ou escolher o curso que eu mais gostaria de fazer, ou a cidade que eu iria ficar. Acabei escolhendo pela cidade, como vocês já notaram né. Londres seria minha primeira opção, portanto, mas eu ainda teria outras duas opções a fazer. Nesse momento que bateu uma indecisão imensa, porque como vocês devem imaginar, Londres é uma cidade muito concorrida, muita gente aplica pra lá e eu estava com receio de acabar não sendo escolhida pela minha primeira opção. Nesse momento, tomei uma decisão: iria escolher a melhor Universidade que oferecesse Architecture em Londres como primeira opção, mas na segunda opção escolheria pelo curso, e a terceira eu voltaria a escolher pelo fator cidade, só no caso de tudo dar errado mesmo. Minha application ficou assim, olha:
application

Depois que você faz a escolha e encaminha junto com a application os documentos que eu citei no post anterior (PS, Passport Photo Scan, Academic Transcript e o English Language Certificate) você vai se descabelar de curiosidade e ansiedade até que chegue a famosa OFFER. Ai meu deus vocês não têm noção de quanta ansiedade a gente passa até que eles comecem a mandar as Offers, que nada mais são do que o indicativo de que a Universidade lá do UK está te querendo, e só falta você dizer que sim. Pra quem acompanha os grupos do CsF no facebook, você começa a receber notificações de pessoas que já estão recebendo suas offers, e você ainda nada. E passa mais um dia, e nada. E aí você começa a ficar realmente preocupada…Até que você desiste de se preocupar com isso, e meio que se convence de que seja o que for, você tá no lucro. E numa daquelas manhãs manhosas e preguiçosas, que você levanta meio sem estar totalmente acordada, e dá uma olhada nas suas notificações do celular, lá está o e-mail de título: YOU HAVE AN OFFER!

Uffffffffff. O e-mail não diz nada além de que eu teria 48h para aceitar a oferta de vaga, e quem é que vai ser imprudente o suficiente pra recusar, né? hahaha. Aí começa o segundo nervosismo, saber quem é que enviou a offer. Ai meu coraçãozinho! Entrei no student portal e estava lá:

offer

E portanto estava certo: EU ESTARIA ME PREPARANDO PARA VIVER UM ANO EM KINGSTON, que fica na Grande Londres!! Sentimento de missão cumprida, de alívio e de nervosismo por me dar conta de que tudo isso era mesmo real. A partir daqui eu aceitei a offer no portal, esperei o e-mail do CNPq com o Termo de Aceite de Bolsa e anexei tudo no e-fomento.

O contato sobre os próximos procedimentos foram feitos direto com o pessoal da Kingston University. Ainda faltava enviar o portfolio para avaliar em qual ano do curso eu seria encaixada, minha acomodação e demais detalhes que contarei em um outro post.

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Obrigada e see ya!ass